
Candosa, acrílico s/tela, 81X100cm, 2002
(col. particular)
Visito-te
Nos locais
Urdido
E embalado
Por silêncios
Absolutos
E desmedidos.
Sigo,
Passageiro clandestino,
O velho mapa do tesouro.
Em silêncio,
Sempre em silêncio,
Em cais de embarque
Desaguo
Em estuários
Pouco iluminados
Por faróis
De cores opostas.
Em silêncio,
Sempre em silêncio,
Vêm-me imagens
Paradas
De barcos
Estacionados
Ordenados
Em filas
Domesticadas.
1 comment:
Gostei imenso de ler o que está aqui escrito, gosto de ler!
E a sua leitura apraz-me, obrigada!
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